Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias participam de Cooperação técnica Município-Estado sobre LEISHMANIOSE

A Secretaria de Saúde por meio da Vigilância em Saúde, Vigilância Epidemiológica e em parceria com a Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Estado de Alagoas realizou na última quarta-feira (01), uma reunião no auditório do Instituto Federal de Alagoas  (IFAL ) – Campus Coruripe com objetivo de apresentar informações sobre Leishmaniose, ações de prevenção e controle e estratégias de vigilância para os casos suspeitos, voltados para as atuações dos Agentes de Saúde e de Endemias do município.

Por conta da crescente notificação de leishmaniose no Estado como um todo que é uma situação inusitada a secretaria de Estado da Saúde (Sesau) está promovendo uma cooperação técnica com todos os municípios que estão nesse circuito de alerta realizando uma explanação teórica sobre a epidemiologia da doença e como se processa a investigação para os agentes comunitários de Saúde e de endemias.

Andressa Christiane de Vasconcelos, coordenadora de Vigilância em Saúde explicou: “Esse evento está acontecendo por conta de alguns cães suspeitos no município. Primeiro vamos trabalhar com quem previne, agentes comunitários de Saúde e de combate às Endemias focando nas ações que estes profissionais precisam ter. Depois, secretarias do Estado e do município tentarão uma parceria com o Conselho Regional de Medicina (CREMAL) para trazer uma capacitação para médicos e enfermeiros. Estamos em estado de atenção, estamos vigilantes”, disse a coordenadora.

A explanação mostrou a importância do trabalho e a integração que deve existir entre os agentes comunitários de saúde e o de endemias nos municípios. “Temos alertado e mostrado que o trabalho do agente comunitário deve está em sintonia com o trabalho do agente de endemias. Cada um desses atores têm competências distintas, porém, ambas as categorias têm em comum a responsabilidade sanitária, todos são profissionais da saúde e precisam trabalhar em prol daquilo que a gente mais presa que é a saúde das pessoas”, argumentou o palestrante e assessor técnico da Sesau, Carlos Eduardo.

A leishmaniose não é considerada uma doença que mata, mas deve ser tratada o mais rápido possível para evitar complicações e facilitar a cura do paciente. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diagnóstico e tratamento gratuitos para a população contra os dois tipos da doença: tegumentar e visceral.

O evento também contou com a presença de agentes do município de Roteiro. Posteriormente acontecerão outras três etapas que será direcionada aos agentes de endemia parte prática de campo.